Como Comer


2 – Como comer
Mesmo os melhores alimentos se consumidos de maneira errônea causam desequilíbrios funcionais. Portanto, precisamos aprender a comer da maneira correta se quisermos evitar muitas disfunções. Por exemplo, na hora das refeições precisamos cultivar a calma e a serenidade. Deixar fora das refeições toda preocupação e ansiedade. O momento da refeição não é uma hora de brigas, discussões e nem de atender o celular. Qualquer assunto desagradável pode atrapalhar a digestão e conseqüentemente desequilibrar o sistema nervoso.
DICA:
Procure comer devagar, mastigando muito bem cada porção de alimento levado à boca. Lembre-se: o estômago tem “boca”, mas não tem dentes. Então mastigue, mastigue, mastigue até não ter mais o que mastigar. Como dizia Mahatma Ghandi: “Deveis mastigar os líquidos e beber os sólidos”. Sua digestão e saúde mudarão para melhor. Dessa maneira, não mais precisará tomar líquidos durante ou logo após as refeições já que faz mal. Água faz bem, porém até meia hora antes e somente duas horas após as refeições.

O que Comer


1- O que comer e o que não comer
Em uma pesquisa realizada há anos atrás, constatou-se que no início do século XX havia no mercado mundial de alimentos cerca de 1800 itens de produtos para se comer e beber. Antes do final do século XX já havia mais de 15000 itens sendo oferecidos aos nossos olhos e paladares diariamente. A cada ano que se passa, essas opções crescem ainda mais e alguns desses produtos são, paradoxalmente, chamados de alimentos mesmo que não devessem entrar na nossa mesa. Os maiores exemplos são os “alimentos” a base de açúcar branco: esse é o grande "ladrão" de Vitaminas e Minerais de nosso corpo. Cálcio, magnésio, vitaminas do complexo B são as que mais sofrem. Além disso, esse tipo de açúcar predispõe o organismo a uma acidez orgânica em todos os seus tecidos, a uma diminuição da imunidade e o conseqüente aumento das alergias e mucosidades.
DICA:
Faça uma experiência: Pare um mês de ingerir produtos que contenham açúcar branco, como bolos, tortas, refrigerantes, e guloseimas em geral. A sua saúde mudará radicalmente para melhor. Nas crianças, é o grande responsável pela hiperatividade e excitação permanente.
Podemos citar a carne também, mesmo que ela seja considerada por muitos como um alimento essencial. Se compararmos a anatomia e a fisiologia de nosso sistema digestivo com a dos animais, a nossa assemelha-se com a dos animais herbívoros e não com a dos carnívoros. Arcada dentária, tamanho do tubo digestivo e secreções, apontam-nos para uma dieta predominantemente constituída de vegetais, frutas, sementes, raízes e cereais. A carne, alimento de difícil digestão, é cheia de toxinas que intoxicam o sangue. Por exemplo, a carne assada sobre brasas -tentadora para muitos – contém Benzopireno, substância altamente cancerígena. Um almoço em uma churrascaria poderá equivaler-se a 600 cigarros fumados. Todos devemos nos informar melhor sobre o que é saudável e o que não é, assim todas as vezes que formos ao supermercado escolheremos os alimentos pensando em como eles nos poderão melhorar nossa saúde.
DICA:
Para alguns é impossível parar de comer carne, mas, pelo menos, tente diminuir a ingestão de dela (principalmente a carne vermelha).

Conhecendo a Iridologia



Segundo Jensen (1992), iridologia é uma ciência por meio da qual o terapeuta define, num dado momento, pelos sinais encontrados na íris, as condições reflexas dos órgãos do corpo e a constituição geral ou parcial do individuo. Em outras palavras, é a ciência que determina etapas agudas, sub agudas, crônicas e degenerativas nos órgãos enfermos, mediante o exame das áreas correspondentes que existem na íris, na qual se podem observar também os depósitos de substância, as debilidades inerentes e os hábitos de vida de um paciente no que diz respeito a sua alimentação, especialmente se ela é constituída de alimentos que favorecem ou impede o perfeito funcionamento gastrointestinal.
A iridologia revela as mudanças tecidulares resultante de (...) CONTINUE LENDO.

Pós-operatório


Visando a minimizar o período de tratamento cicatricial em tratamentos pós operatórios, buscam-se alternativas à terapia convencional que colabore com o processo reparativo criando um micro ambiente ideal para sua ocorrência. Dentre os inúmeros benefícios das técnicas aplicáveis à terapia regenerativa, o ultra-som terapêutico (UST) é prática adjuvante cada vez mais freqüente.



A evolução do processo cicatricial envolve uma série de eventos que representam uma tentativa de restabelecer a estrutura anatômica e a função normal da região afetada. Neste fenômeno, vários fatores sistêmicos e locais estão envolvidos e o desequilíbrio ou ausência de elementos, principalmente a formação de colágeno, podem comprometer o resultado final da regeneração(COELHO ET al., 2002). Dentre os fatores sistêmicos, destacam-se a idade do paciente e a concentração sérica de proteínas e, entre os fatores locais, a sua região anatômica da lesão, a presença de infecção e  a desvitalização dos tecidos (santos,2000).


Hiperemia - Vasodilatação:
Resulta da ação do US sobre os plexos terminais nervosos, que, ao serem estimulados produzem vasodilatação reflexa dos capilares e arteríola. Concomitante a isso acontece o aumento do metabolismo e do fluxo sanguíneo, produzindo também hiperemia. Produz estimulação nervosa aferente, provocando depressão pós-exitatória da atividade do sistema nervoso ortossimpatico, produzindo relaxamento muscular e vasodilatação.
O ultra-som produz aumento de permeabilidade da membrana celular ao cálcio, devido ao aumento intracelular rompe o mastócito (de gramulaçao mastocitária) liberando histamina-vasodilatação. Os movimentos peristálticos, dos vasos, aumentam em dez vezes ao serem estimulados pelo ultra-som.


Ação Anti-inflamatória: 
Auxiliada pela aceleração da reabsorção de edema e pela defesa.

Ativa a circulação sanguínea e Linfática:
O aumento da permeabilidade celular, aumento da circulação e a micro massagem produzida pelo ultra-som, influenciam e auxiliam o retorno venoso e linfático, favorecendo a reabsorção de edemas e de irritantes tissulares (menor efeito nociceptivo). Reduz o tempo da fase inflamatória,acelerando a fase proliferativa.


Efeito Regenerador: 
Ativa a formação de novos capilares (angiogênese) e o aumento da síntese de colágeno pelos fibroblastos expostos ao ultra-som. Na faze proliferativa e de remodelação, o ultra-som auxilia na reorganização (arranjo e alinhamento) do colágeno, o que se deve ao efeito piezo elétrico. Os movimentos do transdutor, no sentido das fibras, aceleram esta orientação. Aumenta o metabolismo celular e o transporte de íons cálcio.

Tempo de Aplicação:
A região a ser tratada será dividida pela área de radiação efetiva do transdutor, que é informada na ficha técnica do transdutor do próprio equipamento.

Métodos:
O ultra-som pode ser aplicado de vários métodos:
Método de deslizamento:
é usado em áreas planas, sem acidentes ósseos e que suportem a pressão do transdutor. A pele deverá estar integra, pois o transdutor fica em contato direto da pele e com leve pressão sobre ela.
Método subaquático:
é usado nos casos em que o paciente refira-se a dor a pressão do transdutor,em áreas irregulares, lesões de pele ou em local difícil acesso como extremidades.
Método do balão:
é usado em áreas irregulares, com acidentes ósseos, ou que não suportem a pressão direita do transdutor

CONCLUSÃO
O ultra-som é onda sonora e portanto, mecânica do campo gravitacional. Elétrico é apenas o equipamento gerador de ondas.  A freqüência empregada em terapia vai de 0,8 a 1.0 MHz.
Como a velocidade do som em tecidos biológicos é cerca de 1,5x103m 6-1, o comprimento de onda é cerca de 1,5 x 10-3 metros (0,15 cm). O mecanismo intimo da ação do ultra-som é a vibração de estruturas através do impacto mecânico das ondas de som. Os choques geram calor, e a elevação da temperatura tissular é o agente terapêutico. A intensidade do ultra-som é determinada pela potencia do gerador e pela área da cabeça emissora, dividindo a potencia pela área.  A que dado nível de energia depende e muito, do meio condutor, no ar, cai rapidamente. Por esse motivo, para transmitir suficiente potência para os tecidos biológicos, é necessário colocar as partes em água, ou usar gel.